O normal é a mulher ir para a maternidade ter seu bebê e após o nascimento colocarem uma pulseira no braço direito da criança indicando o nome do bebê ou o de seus pais. É uma forma de identificação. A marca da criança é seu próprio nome ou de seus genitores. Mas, na Itália, em vez disso, vê-se em uma criança marca gay.
Usar uma criança com marca gay em uma campanha é realmente chocante, patrocinado pelo governo italiano. O principal objetivo da campanha é transmitir a idéia de que “a orientação sexual não é uma eleição”. É a forma original encontrada pelas autoridades de controlar a discriminação contra gays e lésbicas.
O deputado democrata cristão Luca Volante disse que usar um recém-nascido para sugerir as tendências homossexuais inata é algo “enganoso e vergonhoso”. Grande parte da população italiana concorda com ele.
De forma surpreendente, era de se esperar que o Vaticano fosse o principal opositor da campanha, mas não é. O Vaticano considera pecaminoso apenas o ato homossexual e condena publicamente. Quanto às tendências homossexuais considera normal.
Pessoalmente não discrimino o direito das pessoas serem o que quiserem ser desde que dentro da lei. No caso da campanha está dentro da lei, mas colocar marca gay em quem ainda não tem o direito de optar se aceita ou não, acho injusto.


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