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segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Asma infantil diminui qualidade de vida dos pais

Quando uma criança é afetada por asma infantil, não só ela perde qualidade de vida, mas também sua família, fazendo com que muitos genitores tenham que se ausentar do trabalho, por causa das noites mal-dormidas.

A Associação Brasileira de Asmáticos (ABRA), cita dados da Organização Mundial de Saúde que revelam a existência de 100 a 150 milhões de pessoas sofrendo de asma em todo o mundo. No Brasil o número chega de 10 a 15 milhões envolvendo crianças, jovens e adultos.

Apesar do alto índice de crianças asmáticas, bem como adultos, o doente tem de enfrentar a precariedade na distribuição dos medicamentos na rede pública brasileira e os preconceitos na hora da distribuição, o que aumenta as dificuldades no controle da doença.

Segundo a ABRA, até hoje, a asma ainda é chamada de "bronquite alérgica", "bronquite asmática" ou simplesmente "bronquite", desconhecendo que se trata de diferentes nomes para a mesma doença. O tratamento é de difícil compreensão e execução e o paciente doente ou os pais das crianças afetadas, desconhecem a necessidade do uso contínuo e por tempo prolongado dos medicamentos. Além disso, é preciso que haja uma mudança de hábitos e isso é difícil de por em prática.

Em um Congresso que reuniu 1.000 médicos e 4 mil crianças asmáticas, menores de 12 anos, especialistas defenderam que a asma infantil seja tratada com “terapias individualizadas, com boa tolerabilidade e fáceis de administrar, favorecendo o cumprimento da medicação”. Acho que a receita poderia ser aplicada aqui no Brasil.

Tem uma matéria interessante sobre o tema, escrita em espanhol, e intitulada La Enfermedad Del Asma Bronquial publicada no site findrxonline.

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