A Associação Brasileira de Asmáticos (ABRA), cita dados da Organização Mundial de Saúde que revelam a existência de 100 a 150 milhões de pessoas sofrendo de asma em todo o mundo. No Brasil o número chega de 10 a 15 milhões envolvendo crianças, jovens e adultos.
Apesar do alto índice de crianças asmáticas, bem como adultos, o doente tem de enfrentar a precariedade na distribuição dos medicamentos na rede pública brasileira e os preconceitos na hora da distribuição, o que aumenta as dificuldades no controle da doença.
Segundo a ABRA, até hoje, a asma ainda é chamada de "bronquite alérgica", "bronquite asmática" ou simplesmente "bronquite", desconhecendo que se trata de diferentes nomes para a mesma doença. O tratamento é de difícil compreensão e execução e o paciente doente ou os pais das crianças afetadas, desconhecem a necessidade do uso contínuo e por tempo prolongado dos medicamentos. Além disso, é preciso que haja uma mudança de hábitos e isso é difícil de por em prática.
Em um Congresso que reuniu 1.000 médicos e 4 mil crianças asmáticas, menores de 12 anos, especialistas defenderam que a asma infantil seja tratada com “terapias individualizadas, com boa tolerabilidade e fáceis de administrar, favorecendo o cumprimento da medicação”. Acho que a receita poderia ser aplicada aqui no Brasil.

0 comentários:
Postar um comentário